Mulher vs. Mercado de Trabalho
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
UM RECONHECIMENTO MERECIDO
Com a aprovação dos direitos trabalhistas do trabalho domestico, beneficia amplamente o trabalho feminino já que é predominante da mulher não que isso venha ser algo aviltante ou tenha conotação pejorativa, mais sim amplia os direitos trabalhistas o que e dá maior impirtância a estas guerreiras que juntamente com nossos pais ajudam a nos criar e fazem praticamrnte parte de nossa familia. Reconhecer os direitos trabalhistas desta égregia categoria não só lhes favorecerá com garantias como também dará melhores condições a que exerce esta profissão.
COMPETITIVIDADE HOMEM X MULHER
A competitividade no mercado de trabalho tem um novo cenário, além dos desafios do dia-dia homens e mulheres buscam cotidianamente agora também disputam em pé e igualdade espaço nesse mercado, que preza por quem tem as melhores qualidades para preencher de forma profícua e satisfaça de maneira eficaz as pretensões do contratante. Com isso percebe-se um comportamento competitivo entre esses dois gêneros. O que ocorre é que a mulher por estar se preparando de forma melhor vem levando vantagem nesta disputa e ocupa cada vez mais espaços mais qualificados de maneira que esta disputa deve ser vista como um avanço para o mercado de trabalho e que todos sairão ganhando pois representará uma melhoria na sociedade.
EX- DOMÉSTICA E CORTADORA DE CANA CONSTRÓI MAIOR FRANQUIA DE BOLOS DO PAÍS
Direto de São Paulo
"Já fiz de tudo. Fui doméstica, cortadora de cana, recepcionista. Comecei a trabalhar com nove anos e durante dois anos usei o horário de almoço para entregar os bolos que eu fazia durante a madrugada. Resolvi montar o meu negócio para garantir um futuro melhor para o meu filho e graças a Deus está tudo dando certo. O sucesso é consequência de muito trabalho." É assim que Cleusa Maria da Silva, 46 anos, define a trajetória que culminou na criação da Sodiê Doces, a maior franquia de bolos do País, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
O embrião da Sodiê surgiu em 1997 na casa de Cleusa, quando ela resolveu complementar a renda que tinha de cerca de um salário mínimo com a venda de bolos. Ela entrou no negócio quando uma amiga boleira ficou doente e não tinha ninguém para assumir os clientes. A dupla jornada incluía produzir os bolos durante a noite e vendê-los no horário de almoço. Durante dois anos, a então montadora de auto-falantes conseguiu juntar o capital de cerca de R$ 20 mil necessário para abrir a primeira loja, de 20 metros quadrados na cidade de Salto, a cerca de 100 km de São Paulo.Ainda com apenas uma loja, a dificuldade de Cleusa era produzir uma variedade de doces, para atrair clientela. Pensando em ampliar o mix de produtos, ela viu uma receita de bala recheada no programa da Ana Maria Braga, na Rede Globo, e pediu para que a mãe tentasse copiar. "Minha mãe resolveu tentar, mas foi um pouco difícil conseguir aprender. Enquanto ela testava eu comprava as balas e falava que minha mãe fazia. Quando ela encontrou o ponto certo, passamos a vender e foi um grande sucesso", diz.As boas vendas das balas permitiram que a mãe de Cleusa, que trabalhava como boia fria, pudesse se dedicar apenas ao negócio da família. Atualmente, a produção das balas fica por conta de um sobrinho. Em janeiro deste ano, a história foi contada no programa da apresentadora e fez a venda do produto triplicar. Agora são confeccionados uma tonelada de balas por mês, quantidade insuficiente para atender a demanda de todas as lojas. "Estamos trabalhando para expandir a produção e fazer com que as balas cheguem a todas as franquias o quanto antes", conta.Depois de quatro anos, Cleusa conseguiu fazer a primeira ampliação e mudou o empreendimento para uma loja de 80 metros quadrados. Tendo como sócios irmãos e ex-funcionários, foi abrindo outras lojas, em cidades próximas (Sorocaba, Americana, Itu e Indaiatuba). A ideia de montar uma franquia foi consolidada em 2007, após cinco anos de pesquisas. "O pedido veio de um cliente, que falava que tinha que sair (da cidade) de São Paulo para comer os meus bolos, e ficou insistindo para abrir uma franquia. Fui procurar consultoria saber como funcionava, contratei profissionais, fiquei cinco anos pensando em como deveria fazer e em 2007 foi possível."
Hoje, 16 anos após o início, a rede chega a quatro Estados (Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo) e ao Distrito Federal. Das 126 lojas, sete são de Cleusa: cinco no interior de São Paulo (Salto, Sorocaba, Americana, Itu e Indaiatuba), e duas são na capital (nos bairros do Tatuapé e da Penha). "A pessoa tem que ter amor ao que faz, tem que acreditar muito, enfrentar os desafios e trabalhar muito que o resultado aparece", afirma. As lojas vendem cerca de 75 opções de sabores de bolo, com versões de chocolate, com frutas, e sem açúcar.
Segundo Cleusa, além da qualidade dos produtos, ela credita o sucesso da rede à pessoalidade da sua gestão. "Nós temos um bom produto, com preço justo. Faço questão de conhecer pessoalmente todos os franqueados, temos uma relação próxima, olho como está o movimento e ajudo no que for preciso, todos têm meu telefone celular."Quem quer investir na Sodiê também pode fazer uma espécie de "test drive". A rede permite que o futuro empreendedor acompanhe de perto o funcionamento de uma loja antes de fechar negócio e, posteriormente, é feito um treinamento de 30 dias na matriz. Cada loja produz uma média de 100 bolos por dia e 200 nos fins de semana.Para abrir uma franquia da Sodiê é preciso um aporte de R$ 314 mil e uma loja de pelo menos 150 metros quadrados. Esse valor inclui capital de giro, investimento inicial, taxa de franquia (de R$ 60 mil), mas não incluiu eventual "compra de ponto". O retorno previsto para o investimento é de 24 a 30 meses. O pagamento de royalties (valor pago pelo uso da marca) fica em 6% e o fundo de propaganda em 1% (ambos sobre o faturamento bruto). Conforme Cleusa, o faturamento bruto - valor vendido pela loja durante o mês, sem desconto do custo fixo (pagamento de funcionários, impostos) - fica entre R$ 70 mil e R$ 90 mil mensais; há lojas que chegam a ganhar R$ 120 mil.Os planos para o futuro são chegar a 200 lojas nos próximos cinco anos e entrar no mercado carioca e nos shoppings do País. A primeira experiência em shoppings ocorre no segundo semestre, em São Bernardo do Campo (SP) "É um mercado que ainda podemos explorar. Acreditamos no produto e ele pode ganhar esses mercados", afirma.
Fonte: Terra.
"Assim percebemos que basta querer e acreditar no seu potencial que a mulher pode chegar em qualquer patamar, todas são capazes. A historia de Cleusa é inspiração para mulheres brasileiras que não acreditam que podem, ou se menosprezam por não ocuparem grandes cargos e na verdade são totalmente capazes de alcançar seu objetivo e destacam-se com grande mérito no mercado de trabalho."
TRABALHO DOMÉSTICO: HERANÇA HISTÓRICA DO RACISMO E SEXISMO NO BRASIL

É sabido que existem alguns pilares que estruturam as desigualdades no Brasil. Este quadro que vivenciamos tem fortes traços marcados por dois elementos centrais na temática de desigualdade: sexismo e racismo. Além, obviamente, de outros elementos estruturantes para esse quadro, como a opressão de classe e a violência da imposição da heteronormatividade.
O papel histórico atribuído às mulheres sempre esteve relacionado ao espaço doméstico. Ambiente privado onde, destituídas da fala e de serem protagonistas de sua própria história, as mulheres ficavam à mercê das mais diversas formas de violência física, moral e psicológica, dentre outras. Ao quadro de construção de uma sociedade patriarcal e machista, soma-se a violência do racismo nesta representação, que por si só deveria gerar certo “desconforto” ou implicar em responsabilidades individuais e coletivas.
Nesse contexto, um tema de conturbada discussão se refere ao trabalho doméstico e mais especificamente às mulheres, que representam 95% das pessoas envolvidas nessa atividade, sendo que dessas 61% são mulheres negras (Fonte: PNAD, 2010). Além disso, das mulheres inseridas no mercado de trabalho, 17% estão no trabalho doméstico remunerado, o que representa em torno de 7 milhões de pessoas.
A reflexão que se traz a este quadro vivenciado pelas trabalhadoras domésticas se refere à herança histórica que a escravidão legou às mesmas. Nem é preciso uma profunda análise crítica para perceber a mentalidade da “benesse” que era concedida às trabalhadoras que tinham o “direito” de ficar na Casa Grande com os Senhores, acompanhar as Sinhás, servir de ama de leite, ser objeto sexual para a livre utilização de seus corpos pelos homens da casa e muitas vezes nem precisavam ficar na senzala com os demais negros escravizados. Afinal, do que elas poderiam reclamar? Perguntavam-se os senhores de negros escravizados.
Percebe-se a continuidade dessa mentalidade nas práticas cotidianas das/os empregadoras/es que não reconhecem o trabalho doméstico como outra atividade remunerada qualquer (com exceção da não-lucratividade), reproduzindo práticas deste período colonial Algumas/uns acreditam que esse serviço deve ser pago com “favores”, como dar as roupas usadas, por exemplo, ou que a não extensão de todos os direitos trabalhistas está relacionada à ausência de escolaridade (ensino formal), subestimando outras formas de produção de saber, inerentes a essa atividade.
A vulnerabilidade não se refere tão somente às práticas cotidianas. O próprio Estado brasileiro compra esse discurso do “informalismo” (aqui utilizando-me de um eufemismo). Sob diversas alegações, transforma-se essa discriminação em texto legal, não estendendo às trabalhadoras domésticas todas as garantias trabalhistas. As justificativas passam pelo impacto econômico dessa extensão e pela possibilidade de diminuição do números de Carteiras de Trabalho assinadas, por exemplo.
Dessa forma, aumenta-se a vulnerabilidade das mulheres que exercem essa atividade. Tanto socialmente, no ambiente de trabalho, como legalmente, ao não ratificar a Convenção nº 189, que garante às domésticas os mesmos direitos que as/os demais trabalhadoras/es. É muita ousadia querer tratamento igualitário? E, mais uma vez, afinal, do que elas poderiam reclamar? Perguntam-se os novos senhores.
Diante desse quadro, duas coisas ficam bem explícitas. A primeira delas é que a situação das trabalhadoras domésticas deixa bem nítida as marcas do machismo e patriarcalismo brasileiro, que impõe ao corpo feminino o papel de “cuidado” do espaço doméstico, sem que isto represente uma atividade remunerada, já que a ela compete socialmente o zelo com o ambiente do lar. A segunda marca é o reconhecimento de que a precariedade e a vulnerabilidade social do trabalho doméstico são herança direta do sistema escravocrata e legado da mentalidade colonial, que ainda demonstra forte influência no pensar e no agir cotidianos e do Estado, ente que deveria garantir a equidade para todas/os.
Fonte: Trabalho doméstico: herança histórica do racismo e sexismo no Brasil
www.cfemea.org.br
terça-feira, 19 de novembro de 2013
A MULHER E O MERCADO DE TRABALHO
São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreram a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE em 2007, a população brasileira chega a quase 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres. Segundo dados do IBGE de 2000, a PEA (População Economicamente Ativa) brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.
Uma constatação recorrente é a de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho. Conforme estudos recentes, verifica-se, mesmo que de forma tímida, que a mulher tem tido uma inserção maior no mercado de trabalho. Constata-se, também, uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Contudo, ainda não foram superadas as recorrentes dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos/ocupações.
Ainda nos dias de hoje é recorrente a concentração de ocupações das mulheres no mercado de trabalho, sendo que 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas o contingente das mulheres trabalhadoras mais importantes está concentrado no serviço doméstico remunerado; no geral, são mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.
Segundo o Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – quanto ao “comportamento do desemprego feminino na Região Metropolitana de São Paulo, observa-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para as mulheres e de 10,1% para os homens, aumentando, em 2000, para 20,9% e 15,0%, respectivamente. Isso significa que na RMSP [Região Metropolitana de São Paulo], em 2000, uma em cada cinco mulheres que integravam a População Economicamente Ativa, encontrava-se na condição de desempregada.”
O total das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior à dos homens brancos e 23% delas são empregadas domésticas. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que são efetivadas no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado por nosso sistema estatístico e não possui valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venha crescendo. O que se conclui com os estudos sobre a situação da mulher no mercado de trabalho é que ocorre uma dificuldade em separar a vida familiar da vida laboral ou vida pública da vida privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O AVANÇO FEMININO NA CONQUISTA DO MERCADO DE TRABALHO
Em recente viagem verifiquei que a mulher vem avançado vertiginosamente no mercado de trabalho pois tem assumido postos onde até pouco tempo atrás era de predomínio masculino o de motorista de caminhão as vezes sozinhas as vezes com o marido elas vem trafegando em nossas rodovias dirigindo caminhões enormes com uma competência de dar inveja contribuindo de forma vigorosa para o transporte de nossas riquezas. Contudo a maioria da infra-estrutura das rodovias (postos) ainda não se atentaram a essa realidade para oferecer de modo diferenciado um atendimento voltado ao público feminino, dando-lhes mais conforto já que neste caso não se pode admitir uma igualdade de atendimento pois a mulher requer serviços que não são inerentes ao público masculino mais acostumados ao sofrimento desta categoria.
A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO
O Brasil foi o país da América Latina que mais incluiu mulheres no mercado de trabalho nos últimos 30 anos. Os dados fazem parte do relatório Igualdade de Gênero e Desenvolvimento, apresentado no dia 06 de janeiro de 2012 pelo Banco Mundial na Câmara dos Deputados, em homenagem ao Dia da Mulher. Pelo documento a inserção feminina entre a mão de obra empregada deu um salto de 22% ante os 16% das nações vizinhas. No mundo, a média foi de apenas 2%.
Segundo Roberto Piscitelli, professor de Economia da Universidade de Brasília, a inclusão das mulheres é reflexo do crescimento pelo qual o Brasil passou nos últimos anos, com melhor distribuição de renda, ao mesmo tempo que houve desaceleração da atividade nos países europeus - muitos, inclusive, estão em recessão. "O crescimento econômico criou oportunidades. Hoje, o quadro que se vê, para alguns economistas, é de pleno emprego. As mulheres não só têm ocupado seu espaço, como começam a ser requisitadas para uma variedade maior de ocupações, com salários em alta", disse.
Ele ressaltou, porém, que, apesar das melhorias, é preciso acelerar a redução das diferenças salariais entre homens e mulheres. Dados do Departamento Intersindical de Estudos Sócioeconômicos (Dieese) revelam que 33% dos homens empregados ganham até um salário mínimo. Entre as mulheres, o índice é de 48,7%. No geral, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), elas ganham, na média, 72% do que recebem a mão de obra masculina. "Ainda há muitas mulheres atuando na informalidade, boa parte delas como domésticas. Precisamos corrigir isso rapidamente", afirmou.
De qualquer forma, destacou Piscitelli, é preciso comemorar o resultado apresentado pela América Latina, que ampliou a força de trabalho feminina acima da média mundial. "Esse avanço acaba por gerar mudanças culturais, como assegurar maior participação delas na política. Vemos, na América Latina, ascensão de mulheres à Presidência da República: Brasil, Argentina, México. É um bom sinal", assinalou.
Índice de Felicidade
Apesar de todos os contratempos no mundo, devido à crise que assola a Europa, os brasileiros estão na liderança do ranking da felicidade elaborado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo levantamento realizado pelo professor Marcelo Neri, com base em dados da Gallup, em uma escala de zero a 10, a satisfação nacional está em 8,6 pontos, a maior entre 156 nações. Não à toa. Entre janeiro de 2011 e o mesmo mês de 2012, a pobreza recuou 7,2% e a desigualdade social 2,1%.
www.flecni.com.br/portal/tag/economia/page/12/
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